Tem por finalidade identificar para cada um dos bens da conta que se pretende reavaliar, os seus respectivos valores, sob o enfoque da reposição ou reedição no destino, conforme os critérios da avaliação patrimonial.

Serão classificadas como reserva de reavaliação as contrapartidas de aumentos de valor atribuídos aos elementos do ativo permanente (imobilizado) em virtude de novas avaliações. Porém, com a atualização da lei 6.404/76 pela lei 11.638/07, extinguiu-se a conta de reavaliação, passando a vigorar a conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial.

Serão classificadas como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor atribuído a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a preço de mercado.

Este ajuste nada mais é do que a nova avaliação de itens do ativo pelo seu valor de mercado. Ocorre normalmente quando o item do ativo corrigido monetariamente está registrado por um valor defasado do real (o custo corrigido é menor que o preço de mercado). Abandona-se o custo histórico corrigido e atribui-se um novo valor econômico. Frequentemente, o ajuste ocorre sobre itens do imobilizado por ser, neste grupo, mais comum a defasagem do preço de custo, mesmo corrigido, com o preço de mercado.

Esta defasagem ocorre pois as depreciações contábeis dos ativos imobilizados apresentam uma taxa mais acelerada do que a depreciação técnica, o que cria um descompasso entre o valor contábil e o valor de mercado do ativo.

A lei 11.638 admite o ajuste dos bens do ativo imobilizado, desde que baseada em laudo de avaliação elaborado por peritos.

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